terça-feira, 23 de novembro de 2010

Álcool Combustível e Éter, por Soadson Ribeiro

Álcool Combustível
O Brasil é o país mais avançado, do ponto de vista tecnológico, na produção e no uso do etanol como combustível, seguido pelos EUA e, em menor escala, pela Argentina, Quênia, Malawi e outros. A produção mundial de álcool aproxima-se dos 40 bilhões de litros, dos quais presume-se que até 25 bilhões de litros sejam utilizados para fins energéticos. O Brasil responde por 15 bilhões de litros deste total. O álcool é utilizado em mistura com gasolina no Brasil, EUA, UE, México, Índia, Argentina, Colômbia e, mais recentemente, no Japão. O uso exclusivo de álcool como combustível está concentrado no Brasil

O álcool pode ser obtido de diversas formas de biomassa, sendo a cana de-açúcar a realidade econômica atual. Investimentos portentosos estão sendo efetuados para viabilizar a produção de álcool a partir de celulose, sendo estimado que, em 2020, cerca de 30 bilhões de litros de álcool poderiam ser obtidos desta fonte, apenas nos EUA. O benefício ambiental associado ao uso de álcool é enorme, pois cerca de 2,3 t de CO2 deixam de ser emitidas para cada tonelada de álcool combustível utilizado, sem considerar outras emissões, como o SO2.

Éter
Éteres são compostos orgânicos que apresentam o grupo funcional - O - (oxigênio) entre dois radicais (carbonos), ou seja, se caracterizam pela presença de oxigênio ligado a dois átomos de carbono. 

Características físicas dos éteres: no estado líquido são muito voláteis, incolores e de cheiro agradável, não apresentam solubilidade em água, mas podem ser encontrados também na fase sólida ou gasosa. Para saber o estado físico de um éter é só observar a quantidade de carbonos: os éteres com até três carbonos se encontram no estado gasoso, os com mais de três carbonos são líquidos e os de massa molecular maior são sólidos. 

Quanto às propriedades químicas, pode-se dizer que os éteres são altamente inflamáveis, apesar da pouca reatividade. A aplicação desses compostos é variada, podem ser usados para fabricar seda artificial, celulóide e ainda como solvente na obtenção de gorduras, óleos e resinas. A aplicação de éteres na medicina é importante: é usado como anestésico e para preparar medicamentos. 

Uma conhecida forma de éter, muito usada em nosso cotidiano e na medicina, é o éter comum, um líquido altamente volátil que atualmente entrou em desuso em razão dos perigos de se inflamar e causar incêndios. Esse éter também é conhecido pelas denominações de éter etílico, éter dietílico ou éter sulfúrico. 

Mas não é só na medicina que encontramos os éteres, são aplicados também na indústria, como solvente de tintas, óleos, resinas, graxas, em razão da propriedade que possui de dissolver esses compostos.

Curiosidade
As utilidades dele na nossa vida, para que ele serve. Os traficantes utilizam o éter como solvente para separar a cocaína da pasta feita com as folhas de coca.

O éter dietílico é uma substancia de conhecidas propriedades anestésicas. Em laboratórios de pesquisa é largamente empregado como solvente.

domingo, 21 de novembro de 2010

Éter, por Vinicius do Nascimento

Eles possuem caráter básico,São pouco solúveis em água (cadeia pequena), e totalmente insolúveis quando a cadeia carbônica for longa. A indústria utiliza éter etílico como solvente de resinas e óleos, como também no preparo de pólvora e seda artificial. Na medicina esse composto é usado como anestésico local, mas possui desvantagens de afetar a pressão arterial e irritar o trato respiratório, além do risco de provocar incêndios..
A comercialização de éter é fiscalizada, esse composto é usado para sintetizar a cocaína e também, apresenta riscos de utilização.

É um líquido incolor,

Os éteres não ocorrem livres na natureza, porém podemos encontrar na natureza alguns éteres menos complexos na forma, ou melhor, com essências. Exemplos: O eugenol, que é a essência de cravo. A vanilina, que é a essência da vanila.



Fórmula molecular C4H10O e fórmula estrutural CH3CH2-O-CH2CH3


No Cotidiano : 

Usos: 
* Como solvente.
* Como líquido extrator de gorduras, óleos, resinas, essências, etc.
* Como anestésico, quando isento de peróxidos e aldeídos.
* Na indústria de pólvora ( sem fumaça)
* Na indústria de perfumes
* Na fabricação de seda artificial.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Campanha: Alcool x Direção NÃO, por Rodrigo Mantoan


Ésteres, por Vanessa Gomes (ALTERADO)

Ésteres 



São normalmente obtidos pela reação entre um ácido carboxílico e um álcool, através de uma reação chamada de esterificação, que produz água e éster. 
Apresentam o grupo 







Nomenclatura: 



Cadeia de R + OATO DE Prefixo R1 + ILA 



Observação: Os radicais também podem ser do tipo ARILA 



Exemplo: 



ac. etanóico + metanol etanoato de metila + água 



Observação: 



Depois que a substância responsável pelo aroma de uma fruta, ou de uma flor, é identificada, os químicos tentam reproduzi-la em laboratório. 



Se eles têm sucesso, surge mais um aroma artificial ou sintético, que é apenas um dos tipos de aditivo que impregnam os produtos da indústria farmacêutica, de cosméticos e de alimentos. 



Óleo x gordura: qual a diferença? 



Óleos e gorduras são ésteres. Os primeiros são ésteres líquidos, e as gorduras, ésteres sólidos 



Haletos de ácidos 



São compostos orgânicos derivados da substituição da hidroxila da carboxila por um halogênio (Cl, Br ou I). 



        




Dos haletos de ácido, os mais importantes são os que possuem o gripo cloro (-Cl), denominados de acido ou cloretos de acila.


Informações Sobre Éter, por Vanessa Gomes

1) IDENTIFICAÇÃO DOS DANOS

AVISO: Perigo! Extremamente inflamável. Danoso se for absorvido pela pele. Higroscópico. Pode ser danoso se ingerido. Pode causar depressão no sistema nervoso central, problemas no rim, irritação nos olhos, pele, trato digestivo e respiratório.


Índices:
Saúde: 2 – moderado
Flamabilidade: 4 – extremo
Reatividade: 2 – moderado
Contato: 2 – moderado


Equipamento a ser usado em laboratório: luvas, óculos e casaco protetores.
Código de Armazenamento: vermelho (inflamável) *Etiqueta deve conter a precaução de se evitar contato com olhos, pele e roupas, respiração da poeira. Deve conter também instruções de se usar com ventilação adequada.

Efeitos potenciais à saúde:

Inalação
Causa irritação do nariz, garganta, vômito, respiração irregular, inconsciência e possível morte devido à parada respiratória.
Ingestão
Causa dor de cabeça, náusea, vômito e coma. Pode afetar o sistema nervoso central, seguido por dor de cabeça e tontura. Pode causar a morte por parada respiratória.
Contato com a pele
Causa irritação à pele, com possíveis queimaduras.
Contato com os olhos
Causa moderada irritação, vermelhidão e dor
Exposição crônica
Prolongado ou repetido contato com a pele causa dermatites. Têm efeitos mutagênicos, pode causar problemas no rim. Órgãos alvos: rins, sistema nervoso central, fígado trato respiratório e pele.
Agravo das condições pré- existentes
Pessoas com problemas no rim, fígado ou pele, podem ter maior risco de exposição a esta substância.
2) MEDIDAS DE PRIMEIROS- SOCORROS


Inalação
Remover o indivíduo ao ar livre. Se não estiver respirando, fazer respiração artificial. Se respirar com dificuldade, dê oxigênio. Não faça respiração boca a boca. Procure ajuda médica.
Ingestão
NÃO INDUZA O VÔMITO! Se a vítima estiver consciente, dê de 2 a 4 copos de leite ou água. Nunca dê algo pela boca para uma pessoa inconsciente.
Contato com a pele
Lave imediatamente com água corrente e sabão por, pelo menos, 15 minutos. Remova a roupa contaminada e os sapatos. Procure ajuda médica. Lave as roupas e os sapatos antes de reutilizá-los.
Contato com os olhos
Lave imediatamente com água corrente por, pelo menos, 15 minutos, abrindo e fechando ocasionalmente as pálpebras. Procure ajuda médica imediatamente.



3) MEDIDAS EM CASO DE INCÊNDIO


Fogo
Extremamente inflamável.
Explosão
O vapor forma mistura explosiva com o ar. Os containers podem explodir em contato com o fogo.
Meio de extinção de fogo
Usar pó químico, dióxido de carbono, espuma de álcool.


AVISO ESPECIAL EM CASO DE INCÊNDIO: No caso de fogo, usar equipamento protetor completo, contendo respirador individual operando com demanda de pressão ou outro sistema de pressão positiva.


4) MEDIDAS PARA VAZAMENTO ACIDENTAL

Ventilar e isolar a área de vazamento. Usar equipamento de proteção pessoal apropriado. Quando ocorrer o vazamento, recolher o material num container apropriado para descarte posterior, absorva a substância derramada com material inerte (como areia seca ou terra), use um método que não gere lixo.


5) MANUSEIO E ARMAZENAMENTO

Mantenha o material em um container bem fechado, armazenando-o em local fresco, seco e bem ventilado. Proteja-os contra danos físicos, calor, chamas, fontes de ignição e substâncias incompatíveis. Os containers vazios deste material são tóxicos pois retêm resíduos; observe todos os avisos e precauções com relação ao produto.


6) CONTROLE DE EXPOSIÇÃO E PROTEÇÃO PESSOAL

Sistema de Ventilação: um sistema de exaustão local ou geral é recomendado para manter a exposição do usuário(a) a menor possível. O sistema local é preferível porque controla a emissão do contaminante em sua origem, prevenindo dispersão dele numa área maior.
Respiradores pessoais: para as condições de uso em que há exposição à poeira ou vapor, um respirador de meia face contra poeira e vapor é efetivo. Para emergências e instâncias em que não se sabe os níveis de exposição, use um respirador inteiriço de pressão positiva. AVISO: respirador com purificação de ar não é efetivo num ambiente deficiente de oxigênio.
Proteção da Pele: use luvas protetoras e roupas limpas que cubram todo o corpo.
Proteção dos Olhos: use óculos químico- protetores. Mantenha uma fonte para lavar os olhos na área de trabalho.

7) ESTABILIDADE E REATIVIDADE

Estabilidade: Estável sob corretas condições de temperatura, pressão, uso e estocagem.
Produtos de sua decomposição: Pode formar peróxidos instáveis quando expostos ao ar e à luz. Se decompõe em monóxido e dióxido de carbono e gases tóxicos.
Polimerização do produto: Não ocorrerá.
Incompatibilidade: É incompatível com umidade, ar, ozônio, ácidos fortes, peróxidos.
Condições a se evitar: Manter longe de substâncias incompatíveis, luz, fontes de ignição, exposição ao ar, calor, ácidos fortes, umidade ou água e oxidantes.

8) INFORMAÇÕES ECOLÓGICAS

Destino no ecossistema: Quando jogado no solo, é rapidamente evaporado; jogado na água, tem uma meia- vida de menos de 1 dia; jogado no ar é biodegradável por reação fotoquímica produzindo radicais hidróxi, tendo uma meia- vida de 1 a 10 dias.
Toxicidade ambiental: Este material não é importante na toxicidade da vida aquática.

9) CONSIDERAÇÕES PARA ELIMINAÇÃO

Sempre que não for possível salvar a substância para reutilização ou reciclagem, esta deve ser colocada em um aparato aprovado e apropriado para eliminação do lixo. O processamento, o uso ou contaminação deste produto pode alterar a forma de administrar o lixo.